Amores que nunca vivi:

Amores que nunca vivi: "Os dias de ver o s o frios sem voc se n o seguras minha m o sinto que me vou perder; as folhas do outono me levam os momentos s preciso de uma coisa pra viver ... Voc "

by CLAUDIA CASSOMA

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Overview

Amores que nunca vivi: "Os dias de ver o s o frios sem voc se n o seguras minha m o sinto que me vou perder; as folhas do outono me levam os momentos s preciso de uma coisa pra viver ... Voc " by CLAUDIA CASSOMA

Amores de nunca vivi é um livro com poemas escritos na minha adolescência e começo da juventude.
Como o título sugere, o livro apresenta poemas sobre o amor e seus derivados.

Product Details

ISBN-13: 9781466964013
Publisher: Trafford Publishing
Publication date: 01/17/2013
Pages: 98
Product dimensions: 5.50(w) x 8.50(h) x 0.23(d)

Read an Excerpt

Amores que nunca vivi


By Cláudia Cassoma

Trafford Publishing

Copyright © 2013 Cláudia Cassoma
All right reserved.

ISBN: 978-1-4669-6401-3


Chapter One

Amar

Amar
é estar contigo
e no mesmo segundo
me banhar em saudades;

Amar
é andar cantando
e mesmo sendo filmado
não se baixar envergonhado;

Amar
é fazer-se criança
berrar sem medo de errar
o quanto o amado é esperança;

Amar
é em tudo ver o amor
do sorriso o sabor
para ele o eternar;

Amar
é chorar
é sorrir
é lutar

Amar é estar hoje
amanhã e eternamente
ainda que acabe o tempo
continuar vivo;

Amar é Amar!


Quando chega o amor

O amor quando chega
não sabe chegar
numa pressa vem
e se dá a implantar

descontrola a alma
lhe dá ao enganar
não há o que pensar
tal provoca o frustrar;

O amor quando chega ama
da forma mais louca
e tal não se tenta entender
quando tempo não se quer perder.
Quando chega o amor
apenas chega
traz com ele sua dor
e se incorpora.


Hoje falarei de amor

Quero tirar parte de mim e compartilhar
meu amor por ti ao mundo mostrar
motivo de tanta felicidade
como mudou minha realidade
como será minha eternidade
sobre amor quero hoje falar;

Como é bom sentir essa dor
me lançar ao terror
compartilhar calor e dividir cobertor
como é bom chorar
se perder ao amar
fazer mais do que falar;

Tudo sobre amor
sobre tão doce sabor
Ah! de como eu gosto
darei aos outros ao conhecimento,
hoje sobre isso
darei o meu comício;

De como é bom tirar vestes
prolongar noites
acordar transpirados e cansados
se jogar em banhos
por nada se por a sorrir
enfim, bom deixar o amor fluir

Por tal, falarei hoje de amor!


O que faz o amor?

O amor faz amar
desejar e lutar,
O amor faz sentir
respeitar e acreditar,
O amor faz sorrir chorando
e chorar a sorrir,
O amor nos faz impacientes
felizes ou infelizes,
Também nos faz poetas
com falas nossas ou alugadas,
Ele nos faz incolores
e com diferentes sabores,
O amor nos torna pequenos
vezes até sem sonhos,
Nos faz dependentes
cegos e comoventes
o amor nos faz trapo.


Coração embargado

Me está o coração embargado,
sem me avisar a emoção
o amor me tem visitado
depositou sua porção
e me pôs desorientado,

Me está o corpo emagrentado
num algo olhar tenho
e em tal permaneço preso
como se estivesse hipnotizado

Me está o coração embargado
o respirar sem correr limitado
tornou-me a razão emancipada
e por tal descontrolada

Chegou-me o amor
o tal amigo da dor,
se deu num depositar
num acto que me faz pensar
que aqui se vai eternizar.


Tal não se explica

não se explica o amor
não se entende tal dor
sobre ele não se diz nada
nem mesmo quanto se ama,

tentar explicar o que sente
dizer que tal convence
é enganar a própria mente
e fazer-se da vida ausente,

não se explica o amor
não se sabe tal sabor
quem o tem se cala
e não sabe mais nada,

se o tentar comover
se algo então se dizer
será apenas mentira
ainda que pareça alegria
pois não se explica tal magia!


Quero

Quero mergulhar em teus beijos
e me deixar afogado,
quero lamber seus seios
e deixá-los inundados

Anseio fazer da tua língua meu sambapito
e de você nua meu paraíso
quero levar-te a uma viagem
onde nada é paragem

sorrir, crer e me enganar
quero experimentar
quero o real amar
contigo eu quero ficar

Te quero também plantar
e dar a frutar
ainda que não seja eterno
te quero do meu lado


Quero
por muito ou por pouco
quero
por ti, por mim e pelo nosso
Quero!


Só por hoje

Hoje escreverei para ti
ainda que não venhas a ler
vou escrever;

Hoje falarei pra ti
ainda que não venhas a ouvir
não me darei a desistir;

Hoje chorarei por ti
ainda que me desiludir
só por hoje chorarei;

Hoje viverei por ti
ainda que me seja a vida curta
por hoje será essa minha luta

Hoje me vou renunciar
me dar a ventilar
me abandonar
e tudo significará te amar.


Me faz

Agarra com força
me toma,
me encosta na tua
me beija,

Me leva à lua
me lança,
me descontrola
me beija,

Me deixa excitada
me larga,
me toma de volta
me beija,

Desfaça-te de tudo
sai deste mundo
me ama
descontrola e faz.


Prometo

Meus apertos ternos
meus loucos beijos
nossos escuros momentos
tais serão eternos

prometo ser doce
hoje e num sempre ...

Quando nada vires
dar-me-ei como teu
se dores sentires
cobrir-te-ei com meu véu

prometo ser teu sol
quando se apagar o farol ...

Quando o mundo te negar
a vida te maltratar
por mim não precisarás procurar
e em mim te poderás afogar

prometo ser as costas que te cobrem
ainda que em dores se acabem.

Tal prometo.
Prometo também tentar cumprir
com o que me dei a prometer
Prometo!


Uma eternidade surreal

Enquanto os olhos fecharmos
e espalharmos o coração
ainda que apenas sonharmos
sentiremos tal emoção

O sorrir alegre do coração
o festejar dele em canção
numa eternidade surreal
viveremos tal manancial

Faremos do romantismo
nosso diário fanatismo
das canções mais antigas
depósito de nossas alegrias

Todo tempo que durar
será pouco para amar
faremos então do actual
uma eternidade surreal.


Poderá ser assim

Pode ser de língua
e durar uma hora,
pode ser no rosto
e não mais de um minuto,

Pode ser de amigo
o tal tímido
pode ser de família
igual o da tia,

Pode ser do amante
ardente e excitante
e se viver o namorado
também será adorado,

Pode ser no escuro
ou se preferir no claro
e se fechar os olhos
será então eterno,

Pode ser demorado
o jamais esquecido
mas se for muito rápido
terá que repeti-lo.


Amor ou sexo

Amor é sentimento puro
sexo é desejo passageiro
Amor envolve coração
sexo é falta de noção
Amor é para sempre
sexo tem seu instante
No amor tem ternura
sexo combina com loucura
Amor é gostoso
sexo chega a ser gastoso
Amor é diferente
sexo é igual com toda gente
No amor há sexo
mas no sexo nem sempre há amor.


Beijo sexual

Teus lábios se fizeram aos meus
e assim os meus aos teus
calmamente se deram
e quando criado o momento
o beijo aconteceu,
tua mão na minha cintura
descendo e subindo
a outra em meu pescoço
me dando ao descontrolo
meus pés entre os teus
tocando o rei dos filisteus
não foi sexo, mas foi sexual
momento eternamente surreal
meu gritar era de satisfação
e convidava do tesão a acção,
no fechar dos meus olhos
se viam outros momentos,
minhas unhas
manchando leopardamente suas costas
ao sentir em minha bunda tão grossas mãos
se tocavam os inimigos da solidão
enquanto ao prazer se chamavam
do beijo sexual
nos lançamos ao sobrenatural.


Não será para sempre

Não nos navegaremos em promessas
não nos cegaremos em histórias
nada será perfeito
não pensaremos com o peito
amaremos do nosso jeito
e não será para sempre ...

Talvez não haja jantares
não andaremos na praia
não brincaremos na areia
talvez não
não me vais segurar a mão
mas será bom assim então ...

Na eternidade do momento
estará nosso foco
nas poucas horas que se vive
centrar-se-á nossa realidade
e enquanto tal durar
será o nosso sempre.


Que seja assim!

Que seus lábios me cubram de beijos
que me amar seja seu desejo,
Que não se acabem os partos ternos
que este seja o esperado ensejo,
Que teus olhos não desviem o olhar
quando minha boca dizer te amar,
Que tua mão proteja minha cintura
que me aperte com ternura,
Que teus braços me envolvam
nesse amor que nos faz,
Que seja meu cheiro teu perfume
e que tal em mim se derrame,
Que teus faróis me iluminem
quando então os meus dormirem,
e que o sonho de te amar eternamente
sempre seja uma realidade.

E que assim seja!


No auge da loucura

não somos nós
são outros em nossa foz
perde-se pudor
ama-se a dor
o delírio conforta a vontade
despimo-nos da vergonha
criamos nossa realidade,
no chão, na cama
com força ou com calma
caras com feições estranhas
paredes em rachas
louças quebradas
toalhas manchadas
lágrimas derramadas
mãos trémulas
coração acelerado
cérebro parado
respirar dificultado
lábios secos
momentos depois do sexo
no auge da loucura.


Amo nós

O brilhar dos nossos olhos
quando ao encontro nos dá-mos,
o jeito tímido dos corpos
nossos loucos momentos,

O abraço forte e verdadeiro
nosso amor carpinteiro
o balançar da nossa cama
a forma como a gente se ama,

As palavras declaradas
as verdades falsificadas
o brilho por te ter
você como meu vencer,

O choro que combatemos
o amor que partilhamos
o sorriso que mantemos
o eterno que criamos,

Ah! tudo no pouco que temos
o forte no fraco que somos
por tal eu declaro
sim, eu amo nós.


Meu amor do Lubango

Ao telefone nos falamos
outros meios também usamos
mas continua num distante
que me faz ondeante

ele é do Lubango
eu de outro canto
quando amante me declaro
tal chega num atraso,

na esperança da presença
nele continua minha crença
ele é o amado
pelo menos por enquanto,

Meu amor do Lubango
num presente distante
mas no sentir profundo
que o deixa manente.


Quero da tua manteiga

desliza-me o pão
amanteiga-me
esfatia-me
deixa-me no chão
me faz escorregadia
alisa minhas fatias;
abre-me as vias
hoje eu quero da tua manteiga;
quero amolecer-me
dar-me ao derreter
torrar-me em você,
faz-me teu pãozinho
que eu quero com jeitinho
não mistures marmeladas nem goiabadas
quero apenas aquela polpa meio amarelada
que em ti é bem tratada
e em mim dá como janta;
na cama ou na mesa
é por nós bem apreciada
e num todo saboreada.
Eu quero da tua manteiga.


Magoa-me amanhã

Estamos tão bem hoje
tenho teu beijo
estou em teu abraço
tudo tão perfeito,
magoa-me amanhã.

Não me dê ao deserto
não hoje tamanho sofrimento
evite o tempo seco
fique do meu lado
e magoa-me amanhã.

Contribua pra meu sorriso
me dê o paraíso
do jeito mais imperfeito
ainda que num só momento
magoa-me amanhã.

Não desfaça tamanho amor
não convide pra nós a dor
não,
não hoje
magoa-me amanhã.


Abraço em teus braços

Com a alvura do meu sorriso
e do meu olhar o clarão
meu terrestre paraíso
fonte da minha satisfação,

De todo um conjunto de desejos
aos suspiros de gratidão
ganham sentido meus momentos
se você for a razão,

Em seus braços entre abraços
em amor embrulhados
no calor navegados
na paixão consumidos,

Haja beijo ou o resto
haja olhar ou cegar
se em teus braços
tudo vale teus abraços,

Em seus braços
todo um outro
se faz passado momento
quando em teus abraços.


Amor amoroso

Meu amor amoroso
recheado de sabor
durou tão pouco tempo
me lançou ao desentendimento,

foi mesmo de tanto amor
ou de amor nenhum?!
Ah, meu amor amoroso

sorriso foste pra meu canto
flor linda do meu jarro
como foste único!
era bom, mas acabou

pra lá se viajou; foi
sua ausência hoje me rói
meu amor amoroso

deixou-me em ossos
desproveu-me de sorrisos
levou-me os sonhos
Ah, meu amor amoroso
hoje parte do passado.


Anelo seu beijo

eu quero seu beijo
perder este jeito
quero tal momento
mesmo que não eterno

eu quero teu beijo
bem no teu peito
implantar meu viver
e deixar acontecer

na boca
o que me descontrola
em cima
que você mais adora
ou embaixo
o passe pro louco momento

apenas o anelo
hoje, agora e depois
nesse e noutro tempo
tal como entredois
apertar seu parafuso.


João, meu último verso.

João meu amor
homem com bastante sabor
foste um dia meu calor
pra meu corpo gerador
me fizeste pecador
oh, João! meu pescador
foste um dia meu amor
não de sentimento
mas do jeito saciador
foste tu, João
que comeste do meu pão
e me deste do teu peixe
desfizeste-me da pureza
jogaste-me à vergonha
João homem que amei
onde sem pudor me lancei
golos talvez não marquei
mas sei que bem joguei
homem de pegadas
e nelas suas quentes coladas
João meu passado
meu antigo ritmo
última linha do meu verso.


Saberá alguém?

saberá alguém explicar sua existência
razão de sua unicidade,
saberá alguém escrevê-la na perfeição
e decifrar a canção,
caberá tal em algum coração?

o resplandecer de tamanho brilho
no rosto de quem a tem
expressa isso algo,
a falta de lógica
e todo sentido que faz?

saberá alguém explicar
sem em gaguejos se lançar,
alguém que talvez entenda
o nada que dela sabe
saberá tal se explicar-se?

Nela se viajar
e todos mais carregar
da poesia
saberá alguma coisa?


Deixa entre nós

não entregue aos ventos
não venda os segredos
não convide outros mundos
deixa entre nós,
meu choros
meus gritos
momentos desnudos
as vezes que em ti me desfiz
as vezes em que foste real em mim
isso deixa entre nós
sobre a forma com te amei
a forma como me deitei
não fales
não cantes
nem para os que se dizem teus
simplesmente deixa entre nós
se tal puder
empedre as lembranças
escureça as recordações
deixa em nossos corações
o que foi nosso e entre nós.


Preciso deles

pensar em você
é algo que preciso,
o não te ter
não é meu lamento
quando em lembranças te sinto,

em meus braços
nos meus sonhos
em meus lábios
ainda os tenho
os beijos, os sabores,

em meu corpo estão guardados
os abraços, os momentos
são lembranças que preciso
momentos num passado
que mantêm meu sorriso
por tal preciso deles.


Aquele grito

ainda está aqui
se guarda ainda em mim
me lembra aquele fim
aquele grito
o que ontem se silenciou
que na eternidade se amarrou
está aqui
desprendendo as correntes
aproximando-se em soluços
é aquele grito
o tal do passado
o que se deu por mudo
hoje totalmente cansado
o grito
por dores provocado
sofrido por amores
alimentado por rancores
e sentimentos sem sabores
lá vem ele
nervoso e aborrido
pronto pra se ter como lançado.


Chega!

Mudamente decidi gritar pelo "BASTA"
acendi a vela, comecei a jornada
descalça, feia e gasta
de outra tentativa fustigada
em outras vias maltratada
decidi declarar
chega!
não mais amores
nem razão pra dores
não mais tais sabores
basta! pra inúteis prazeres
não mais quero
nem agora nem depois
comédia romântica ou drama
não mais
prefiro até o frio da minha história
se de tal depender minha alegria
pois pra mim, chega!


Aprendi

Aprendi a viver do livro a história
prendi a me ver em cada folha
aprendi a ser o parágrafo
aprendi;

Aprendi a dar-me a ler
e como único leitor te ter
Ah! isso sim aprendi com você
aprendi mesmo;

Aprendi tanto
até a não ser amado
que até esse escuro
já não me deixa incomodado.


Não mais

Não mais sobre amor
não mais sobre tal dor
sobre isso
não mais nem pouco;

Não mais quero ouvir
nem tão pouco sentir
não mais quero ter
nem de alguém então ser
somente não mais;

Que seja este o fim
que se solte em mim
que encontre outro
pois em mim não mais mesmo;

Não mais sobre amor
nem pobre nem rico
nem feio nem lindo
nem então como tenho sonhado
somente dele; não mais.


Fez-se tarde

Já se fez tarde pra desculpas
para sentimentos de culpa
já se fez tarde para choros
não simplicarão meus lamentos;

para longas cartas
húmidas falas
para as tais verdades
tarde se fez,

dizer-me que sentes falta
gaguejar enquanto falas
dizer que vives em facas
não, não te percas,

fez-se tarde para reconhecimentos
já está em partes
e não conheço solidariedade
quando meu coração é que sofre.


O amor termina sim

Já foi provado pela ciência
há nascimento e falência
há sorrisos
e neles também algum escuro
o amor termina sim,
a ele também se apresenta o fim
aquelas coisas boas
as noites perdidas
os encontros as escondias
as falas ditas
tudo isso acaba
e o amor termina sim,
as mensagens trocadas
as chamadas demoradas
são então embrulhadas
e jogadas a um passado
e aí
o amor termina sim.


Cai lágrima

Cai lágrima
e chora,
não tema a madrugada
ela passa numa hora;

Cai lágrima
e fala,
não tema o coração
ele sabe a direção;

Cai lágrima
e seca,
não tema o dilúvio
ele tem seu término;

Cai lágrima
e morre,
não tema o caixote
ele aquece mais protege.

(Continues...)



Excerpted from Amores que nunca vivi by Cláudia Cassoma Copyright © 2013 by Cláudia Cassoma. Excerpted by permission of Trafford Publishing. All rights reserved. No part of this excerpt may be reproduced or reprinted without permission in writing from the publisher.
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Table of Contents

Contents

Prólogo....................ix
Memorial....................xi
Amar....................1
Quando chega o amor....................2
Hoje falarei de amor....................3
O que faz o amor?....................4
Coração embargado....................5
Tal não se explica....................6
Quero....................7
Só por hoje....................8
Me faz....................9
Prometo....................10
Uma eternidade surreal....................11
Poderá ser assim....................12
Amor ou sexo....................13
Beijo sexual....................14
Não será para sempre....................15
Que seja assim!....................16
No auge da loucura....................17
Amo nós....................18
Meu amor do Lubango....................19
Quero da tua manteiga....................20
Magoa-me amanhã....................21
Abraço em teus braços....................22
Amor amoroso....................23
Anelo seu beijo....................24
João, meu último verso....................25
Saberá alguém?....................26
Deixa entre nós....................27
Preciso deles....................28
Aquele grito....................29
Chega!....................30
Aprendi....................31
Não mais....................32
Fez-se tarde....................33
O amor termina sim....................34
Cai lágrima....................35
Cospe....................36
O melhor é não chorar....................37
Dizem ser ela assim....................38
Sempre haverá....................39
Preciso de tempo....................40
Continua....................41
Ainda lembro....................42
O amor que não vivi....................43
Meus pensamentos....................44
Coisa Estranha....................45
Saudade....................46
Raiva....................47
Terramoto em mim....................48
Profunda tristeza....................49
Pobre de amor, rica de dor....................50
Não Não agora!....................51
Um princípio teve sim....................52
Nada mais do nada....................53
Resto....................54
Catinga perfumada....................55
Minhas últimas....................56
Mais....................57
Tenho ciúmes....................58
E se me for....................59
Um dia será tarde....................60
Pode me deixar....................62
Hoje posso chorar....................63
O último adeus....................64
Como será?....................65
Tempo....................66
Enfim....................67
Almofada Amarela....................68
Leva-me rua....................69
Adeus primeiro amor....................70
Se você me esquecer....................71
Nunca....................73
Mulher....................74
Se o amor pudesse gritar....................75
Realmente gostaria....................76
Peço....................77
Tempo de ser feliz....................78
Em 2020....................79
Louco por ela....................81
Morreu meu poeta....................82
Silêncio....................84

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