Barco: o mar e a alma

Barco: o mar e a alma

by Pedro Moreira Nt

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Overview

Barco: o mar e a alma by Pedro Moreira Nt

O texto percorre algumas simbologias, a do acaso, do acerto e do erro, do caminho complexo do crescimento humano, da materialidade da existência e da busca de identidade.
A relação com o outro, o entendimento de si mesmo e do mundo como um todo.
É um teatro de animação, de formas animadas enquanto estrutura.De outro modo poético e inusitado por suas surpresas.
"Esfinge
Caso queira equilibrar-se e chegar ao fim da viajem a um bom porto, precisa responder a uma pergunta,
Barco
Qual?"

Característica:
Aventura, público infantojuvenil.
Narrativas alegóricas que indicam o desenvolvimento da personalidade e formação do caráter, constituição dos valores e construção social da identidade da pessoa singular.

Product Details

BN ID: 2940154013304
Publisher: Pedro Moreira Nt
Publication date: 02/09/2017
Sold by: Smashwords
Format: NOOK Book
File size: 199 KB

About the Author

Quem eu sou Pedro Moreira Nt Eu sei que não sou tudo isso que penso ser, tenho muitos amigos e parentes para me lembrar disso desde infância. Eles insistem: "não pense que você seja tudo isso que você pensa que é porque realmente não é tudo isso que pensa ser". E mais, "se você fosse tudo isso que você pensa que é, ora", -dizem-, "com certeza não seria o que pensa". Sempre concordei com isso. De fato, não posso ser nem a metade daquilo que penso que sou, - e creio que a maioria de nós não é mesmo. Alguns sim, são inteiramente o que são. Integralmente feito deles. É uma raridade que anda escapando para uma grande quantidade de pessoas, - esses alguns, são tantos, - a cada dia mais. Não posso avaliar porque não conheço tanta gente, tantas quanto gostaria de conhecer. Mas posso dizer que ser o que se é parece mais um intolerável fracasso. Explico o sentido que venho buscando: sou incompleto, e muita gente é completamente incompleta. Acho que sou a incompletude do incompleto. E é o que estou tentando dizer que parentes, ou amigos, conhecidos vêem em mim. Talvez até porque se vêem em mim ou em outras pessoas, e de tal forma podem dizer claramente que eu não sou essa pessoa completa que acredito aparentar ser. É um processo. Eu acredito ser o que sou todos os dias, e todos os dias diferentes de minha vida me fazem sentir algo como que eu pudesse crer que sou quem sou. Quando escrevo algo, quando procuro em mim algo, vou direto a você. Digo isso com verdade: você é a única razão para eu pensar coisas diferentes do que acredito e acreditar igualmente nas diferenças. E por ser tão diverso em nada me apego como uma âncora se apega ao fundo da água e está presa em si mesma na expectativa de seguir outra vez um outro caminho. Eu tenho que encontrar o autor para dizer que sou grato. É muita arrogância acreditar que se é definitivamente, pensam muitos. Por outro lado é uma falta completa de ousadia não assumir que se é. Necessitamos ser revolucionários e transformadores do principal de nossas crenças. Precisamos crer que ao menos, por algum tempo, ou de certa forma, somos quem somos. E ser quem se é faz sentido se estivermos no barco da vida. O barco navega por muitas corredeiras, espaços macios de água, outros abruptos e perigosos, mas segue. É a existência enquanto seja, ela mesma acolhida na embarcação e ao rio do viver. A cada mudança, transformação das naturezas do mundo, provocadas ou não direta ou indiretamente por outras pessoas, delineamos a nossa escrita existencial. O rio muda, o ar muda, as águas são outras, um momento raso e frio, outras profundo, beiras quentes, alagados suaves, enfim o ar flui sobre o tempo em que somos ao mesmo tempo partida e chegada, caminho e passagem. Tenho certeza que não sou o nome. O nome que me anuncia sou agradecido. Mas não sou nome algum. Também não posso ser apenas o bicho animal da raça humana. Mas sou alguém que busca eu mesmo no outro. Onde vivo e me escondo. Sou capaz de nascer todos os dias e aprender alguma coisa. Necessito aprender. É difícil. A gente começa sendo; um vir a ser que se esparrama de forma mundial. Onde estiver está o que está alojado em você. Digo isso para você que é um tanto quanto eu mesmo. O que você é não tem nome. Alma, ser interno, divindades esclarecedoras, energia, força cósmica e pode ser apenas o estado de presença humana. Não se é, então, sozinho. Estamos cheios de nós mesmos que é o mundo todo. Por isso derramou particularidades do que somos em ser esse mundo que somos nós. Nós que diz que estamos amarrados em nós mesmos. E isso pode ocasionar enganos, belezas, certezas, correções, alegrias, traumas, dores, tristezas e tudo o mais pode vir a acontecer, por que para ser, sabemos que somos sempre a surpresa. Eu sou tanto que não caibo em mim. Estou pretendendo ser eu mesmo hoje, e para isso, e sei bem disso, necessito me relacionar, interagir, conectar, desconectar, fechar e abrir o ser de mim mesmo para que possa ser. Isso é o que sou, o que possivelmente seja você. Quem sabe sejamos nós. E os que são o que são possam não ser completamente completos, - minha esperança -, para podermos ser todos juntos. Aliás, eu sei que sou você. Ele Viver com uma pessoa tão incomum me faz entender o privilégio de compartilhar o seu trabalho criativo. Relendo seus livros A Rata da Livraria; Travessia (Crossing), O Animal preso do silencio; Trem para lugar algum; como os deliciosos contos infantis Lírio (Lily);O Peixinho do Pantanal; Vespa; Atrás da Lua. Alguns trabalhos entre mais de 500 que estão no sumidouro de seus guardados, outros no freezer. Busquei influencia-lo em mostrar o seu lado mais sensível, de uma espiritualidade diferente. Parece ter da vida um grandioso seguir sempre; a partir de um presente infinito em construto interno, vibrante com certeza. (Maria Sara)

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